Só bondes disputando poder e território. Comande o seu, recrute quem estiver disposto a arriscar, e sobreviva à próxima temporada.
Temática de crime urbano e violência estilizada — classificação indicativa a definir.
Rio de Fevereiro é uma metrópole fictícia dividida entre o luxo da orla e o concreto das periferias e morros. A cidade tem a mesma baía, os mesmos morros verdes espremendo a paisagem contra o mar — a diferença nunca esteve no cenário, e sim em quem manda em cada pedaço dele.
Na orla, prédios de vidro e uma prefeitura que aparece pra inaugurar obra e some pelo resto do ano. Nos morros e nas bordas da cidade, outra administração toma conta todos os dias — não eleita, não oficial, mas presente: cobra taxa, resolve briga, decide quem abre comércio. É essa segunda administração que você vai comandar.
Não existe um dono fixo da cidade. Nunca existiu. Trinta bairros, cada um com sua própria disputa, seu próprio bonde dominante do momento — e é exatamente essa ausência de dono que sustenta o jogo: todo mundo, incluindo você, está competindo por um pedaço de poder que nunca se resolve de vez.
Recrute personagens de um catálogo, cada um com atributos e profissão próprios. Equipe armas, escale membros pra missões, cuide da lealdade.
Ocupe um lote, defenda sua base, dispute domínio de sub-zona e bairro contra outros bondes — pura e simples disputa.
Dinheiro Sujo vem de missão. Lavanderia converte pra Dinheiro Limpo. Suborno mantém o batalhão da região longe da sua porta.
A cada 60 dias, o tabuleiro inteiro é avaliado por poder, riqueza e moral. Quem sobe vira manchete — e então tudo recomeça.
Ao criar sua conta, você escolhe uma tropa geral — mais parecida com torcida do que com organização criminosa. Ela dá senso de pertencimento, bônus de grupo e suborno coletivo, sem travar seu estilo de jogo.
A ala mais antiga da cidade — bondes que se dizem herdeiros dos primeiros grupos de proteção informal dos morros, e tratam isso como código de honra. Palavra empenhada vale. Dívida se cobra, mas dentro de regra.
A ala pragmática — dinheiro é dinheiro, negócio é negócio. Mais disposta a fechar acordo com quem for útil no momento, e a trocar de lado quando o momento muda.
A ala mais nova e mais imprevisível. Cresceu rápido demais, sem hierarquia consolidada — o que vira tanto vantagem quanto fraqueza.
Boletim policial, fofoca de bairro e guerra de bondes, tudo misturado. No jogo, é o termômetro do caos: noticia operações policiais, eventos climáticos e acontecimentos que mudam temporariamente as regras do servidor.
Seu bonde nasce disputando um lote vago numa favela pequena, com dois ou três nomes recrutados de um catálogo de gente disposta a arriscar. Não existe escolha de "bem" ou "mal" — a cidade não separa os dois. Existe escolha de como crescer: pela força, pela esperteza, pelo dinheiro, pelas alianças que você faz e quebra no caminho.
Crims in Rio é um jogo em tempo real assíncrono — sem turnos fechados, sem exigir que você fique online o dia inteiro. Energia regenera com o tempo, missões e ataques resolvem em minutos, e seu bonde segue existindo mesmo quando você não está.
Acompanhe o desenvolvimento e seja avisado quando as portas abrirem.